E começo a escrever, não por achar que isso será uma coisa divertida, mas por ter registrados minhas aventuras e relembrar futuramente. Isso é, se eu tiver futuro para reler.

O ódio ainda toma conta de meu coração, estou ainda chocado com tamanha destruição do meu lar, nada pude fazer, ao menos enfiei minha melhor lança em um dos invasores, MALDITOS SEJAM OS ORCS e Maldito sejam os Deuses que nos abandonaram…

Muitos dos meus fugiram frente ao combate, éramos um povo pacifico, sempre era pago os tributos para manutenção da paz, mas ainda acho que os malditos meio orcs recém chegados no forte serviram como espiões, só pode ser!

Não quero lembrar mais sobre isso… Escreverei um capitulo todo sobre esse acontecimento bizarro. Ainda está sendo difícil para mim continuar sem meus pais e amigos, mas prometo que volto, porém temo ao pensar que eles podem está mortos. Mesmo assim não esmorecerei. Sempre em frente.

Salvo por meu Mestre das Artes Arcanas (Augustos Filipe) fui levado a um local estranho chamado Baldur´s Gate, mais precisamente em uma grande torre de um senhor chamado Ramazith.

Ele foi muito gentil ao me oferecer abrigo em sua casa, teve recomendações de Augustos. Ele me falou algo sobre algo que eu irei fazer por ele. Não tenha duvida que retribuirei seus atuais favores.

Eu precisava de aventuras, procurei pela cidade alguma caravana de aventureiros e cheguei a um lugar chamado Guilda. Fui recomendado por Ramazith para não pergunta sobre a guilda aos senhores da milícia. Creio eu que seja algo ilícito.

Ao chegar lá me deparei com uma luta no meio de um salão meio escuro, mesmo para minha ótima visão felina.

Em um dos lados estava um ser que era uma mistura de um grande Troll com alguns pedregulhos.

Claro que ele ganhou essa luta ao arrancar a cabeça de seu inimigo em um só golpe com seu grande martelo de batalha. Ele seria um grande companheiro de aventura, sua força seria de grande utilidade.

E assim foi, pois ao sermos convocados em voz alta por um humano de cerca de 1,80 m, que parecia ser da guilda, para uma aventura em que a missão era recuperar um item que lhes foi roubado. (Um grande paradoxo, roubo do roubo).

Aceitamos. Assim partimos daqui a pouco tempo, antes de cair a noite. Que a sorte nós seja companheira e a força nunca saia de nossos corações.

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